CÂMARA DOA BENS INSERVÍVEIS PARA INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS

A Câmara Municipal de Paraíba do Sul realizou mais uma ação inovadora, aproximando suas atividades de gestão com a população. Desta vez, bens inservíveis cuja manutenção não compensam aos cofres da administração pública foram doados para instituições sem fins lucrativos. A iniciativa só foi possível graças ao um Projeto de Resolução de autoria da Mesa Diretora.
Em Fevereiro, a nova gestão do legislativo iniciou uma série de investimentos no Palácio Tiradentes, adquirindo mobiliário novo e seguro para os funcionários. Agregado a isso, diversos móveis e bens patrimoniais que ficavam nos depósitos sem condições de uso e com inviabilidade de manutenção acabavam ocupando espaços e gerando desorganização, mofo e prejuízos na rotina de trabalho. Após destinar a prefeitura móveis que poderiam ter serventia a municipalidade, os demais itens do legislativo foram colocados em exposição para aquelas instituições se credenciarem e receberem sua doação.
Com objetivo de proporcionar publicidade dos atos, um edital de regulamentação foi publicado no Diário Oficial do Município (DOM), ao qual 03 instituições tiveram interesse. Foram homologados o Instituto Imaculado Coração de Maria (Seminário), a Igreja Projeto SEMEAR e a Associação de Famílias Especiais de Paraíba do Sul (AFEPS). Ao todo, foram mais de 100 itens descartados, como móveis, aparelhos de ar condicionado, equipamentos de informática, portas, etc.
No dia 29 de Maio, representantes da instituição realizaram a retirada, ao qual poderão reaproveitar, reciclar ou comercializar itens para angariarem fundos para suas atividades. Segundo o presidente do legislativo, André Salgueiro (Progressistas), a ideia surgiu da necessidade de desocupar os depósitos do Palácio Tiradentes e do pensamento de descarte consciente: “Quando cheguei aqui e vi esse tanto de mobiliário inservível pra gestão pública, logo pensei que poderia ser rentável para instituições de caridade, igrejas, enfim. Pra gente arrumar não compensa, mas leiloar não teríamos a mesma rentabilidade que a destinação para igrejas, associações, etc. Dito e feito, muitos concordaram com essa proposta e tenho certeza que farão um uso importante desses objetos.” – frisou.




